vinhozinho

Expedições · Roteiro Nº 2

Mendoza e Valle de Uco, sem frescura

A capital mundial do Malbec fica a um voo curto do Brasil — e recebe melhor que muita região europeia. Deserto irrigado, Andes de escolta e a melhor relação almoço-com-vista do planeta do vinho.

O mapa da mina

Três zonas resolvem a viagem: Maipú (a mais próxima da cidade, casas históricas, dá até de bicicleta), Luján de Cuyo (o berço clássico do Malbec, meia hora de carro) e o Valle de Uco (1h–1h30 de estrada, altitude, arquitetura de vanguarda e os vinhos mais finos da nova geração).

Quando ir

Como funciona a visita

Regra local: tudo com reserva, quase nada de porta aberta. As bodegas cobram a visita e a degustação, e o formato-estrela é o almoço harmonizado — várias etapas, vinhos da casa e os Andes na janela. É o gasto que vale a viagem: corte de outros passeios antes de cortar esse.

Sugestões de porta de entrada

Em Luján de Cuyo, a histórica Catena Zapata (a pirâmide que virou símbolo do renascimento do Malbec); em Maipú, a Familia Zuccardi; no Valle de Uco, a Zuccardi Valle de Uco (eleita melhor vinícola do mundo mais de uma vez) e a Salentein. Listadas por zona, não por ranking — e nenhuma pagou pra estar aqui.

Dicas que ninguém dá

✈️ Logística honesta: voos do Brasil chegam a Mendoza (muitas rotas via Santiago ou Buenos Aires). Da cidade às bodegas de Maipú são minutos; ao Valle de Uco, até 1h30. Vale dormir uma noite no Uco se o orçamento sorrir.

Fontes desta página

✓ Padrão da casa: sem fonte, não publica. Valores e horários mudam — confirme no agendamento.

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