Expedições · ferramenta da casa
Vai viajar e quer voltar com garrafa boa? Diga o que puder — país, orçamento, uva — e a casa monta sua lista. Não disser nada? Sai a mala-padrão. No fim, as regras oficiais pra trazer sem drama.
uva tinta uva branca
A SUA MALA ↓
Faixas de preço indicativas, verificadas em agosto de 2026 — na Argentina, no Chile e no Uruguai usamos dólar pra driblar câmbio e inflação: $ até ~US$ 10 · $$ US$ 10–25 · $$$ US$ 25+ (no Uruguai a régua corre mais alta — conte com o topo das faixas). No Brasil: $ até ~R$ 45 · $$ R$ 45–100 · $$$ R$ 100+. Confira na gôndola — preço muda, a curadoria não. Critério: rótulos amplamente disponíveis em supermercados e vinotecas comuns; nenhum produtor pagou pra estar aqui; listas em ordem de faixa, não de ranking.
A parte burocrática, sem drama
É o limite de isenção por passageiro chegando de avião — somando TUDO que você comprou, vinho incluso. Passou, paga 50% sobre o excedente (e declara na chegada).
Cada maior de 18 anos pode trazer até 12 litros de bebida alcoólica — o equivalente a 16 garrafas de vinho. O limite vale junto com a cota de valor.
Líquido acima de 100 ml não passa na inspeção da mala de mão. Exceção: compras do duty free, no saco lacrado com a nota. Todo o resto: mala despachada.
Cada garrafa dentro de uma roupa grossa (ou plástico-bolha), no meio da mala, longe das bordas. Guarde as notas fiscais — se a Receita perguntar, é sua prova de valor.
Fonte oficial: Receita Federal — Guia do Viajante (cota de isenção e limites quantitativos) — gov.br/receitafederal. Regras podem mudar — confira antes de viajar.
Europa e o resto do mundo entram em breve. Deixe o e-mail e deguste prove primeiro cada país novo da Mala.
O primeiro gole de informação será seu. 🍷